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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
NADA É DE GRAÇA...
"
A metade de uma aula em uma universidade, um dos alunos, inesperadamente
perguntou ao professor:
- você sabe como se capturam os porcos selvagens?
O professor achou que era uma piada e esperava uma resposta engraçada. O jovem respondeu que não era uma piada, e com seriedade começou sua dissertação:
- você captura porcos selvagens encontrando um lugar adequado na floresta e colocando um pouco de milho no chão. Os porcos vêm diariamente a comer o milho. Quando se acostumam a vir diariamente, você constrói uma cerca ao lado do local onde eles se acostumaram a vir. Quando se acostumam com a cerca, eles voltam para comer o milho e você constrói o outro lado da cerca...
Eles voltam a acostumar-se e voltam a comer. Você vai pouco a pouco até instalar os quatro lados do cercado em torno dos porcos, no final instala uma porta no último lado. Os porcos já estão habituados ao milho fácil e às cercas, começam a vir sozinhos pela entrada. É aí quando você fecha o portão e captura todo o grupo.
Simples assim, em um segundo, os porcos perdem sua liberdade. Eles começam a correr em círculos dentro da cerca, mas já são sujeitos aprisionados. Depois, começam a comer o milho fácil e gratuito. Ficam tão acostumados a isso que esquecem como caçar por si mesmos, e por isso aceitam a escravidão; mais ainda, mostram-se gratos com os seus captores e por gerações vão felizes ao matadouro.
O jovem comentou com o professor que era exatamente isso que via acontecer no seu país, no seu estado, em sua cidade, com seu povo.
Onde governos ditatoriais, escondidos sob o manto "Democrático", esteve jogando milho gratuito pelo tempo suficiente para alcançar a mansidão sistemática.
Cada novo " Governo Salvador " disfarçado em programas de ajuda ou suas esmolas, dá dinheiro, missões, planos, remissão, leis de " Proteção ", subsídios para qualquer coisa, expropriações indevidas, programas de "Bem-estar social", festas, feiras ou festivais, uniformes, transporte "Grátis", G R A T I S!
Toda essa gratuidade que oferecem os governantes e cheia de felicidade para um povo acostumado com as migalhas do milho fácil e gratuito, roubam-nos a capacidade de serem críticos pensantes e pessoas empreendedoras.
No entanto, claro que nada nos saiu de graça. "Não existe almoço grátis".
Fonte: Face de Ruth Farber Maier.
- você sabe como se capturam os porcos selvagens?
O professor achou que era uma piada e esperava uma resposta engraçada. O jovem respondeu que não era uma piada, e com seriedade começou sua dissertação:
- você captura porcos selvagens encontrando um lugar adequado na floresta e colocando um pouco de milho no chão. Os porcos vêm diariamente a comer o milho. Quando se acostumam a vir diariamente, você constrói uma cerca ao lado do local onde eles se acostumaram a vir. Quando se acostumam com a cerca, eles voltam para comer o milho e você constrói o outro lado da cerca...
Eles voltam a acostumar-se e voltam a comer. Você vai pouco a pouco até instalar os quatro lados do cercado em torno dos porcos, no final instala uma porta no último lado. Os porcos já estão habituados ao milho fácil e às cercas, começam a vir sozinhos pela entrada. É aí quando você fecha o portão e captura todo o grupo.
Simples assim, em um segundo, os porcos perdem sua liberdade. Eles começam a correr em círculos dentro da cerca, mas já são sujeitos aprisionados. Depois, começam a comer o milho fácil e gratuito. Ficam tão acostumados a isso que esquecem como caçar por si mesmos, e por isso aceitam a escravidão; mais ainda, mostram-se gratos com os seus captores e por gerações vão felizes ao matadouro.
O jovem comentou com o professor que era exatamente isso que via acontecer no seu país, no seu estado, em sua cidade, com seu povo.
Onde governos ditatoriais, escondidos sob o manto "Democrático", esteve jogando milho gratuito pelo tempo suficiente para alcançar a mansidão sistemática.
Cada novo " Governo Salvador " disfarçado em programas de ajuda ou suas esmolas, dá dinheiro, missões, planos, remissão, leis de " Proteção ", subsídios para qualquer coisa, expropriações indevidas, programas de "Bem-estar social", festas, feiras ou festivais, uniformes, transporte "Grátis", G R A T I S!
Toda essa gratuidade que oferecem os governantes e cheia de felicidade para um povo acostumado com as migalhas do milho fácil e gratuito, roubam-nos a capacidade de serem críticos pensantes e pessoas empreendedoras.
No entanto, claro que nada nos saiu de graça. "Não existe almoço grátis".
Fonte: Face de Ruth Farber Maier.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
domingo, 27 de dezembro de 2015
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
terça-feira, 24 de novembro de 2015
MARGARINA: UM VENENO PARA A SAÚDE
A margarina foi criada no século XIX como um substituto mais
barato (e mais saudável) que a manteiga. Quando surgiu, era uma mistura de sebo
de vaca, leite desnatado, partes menos nobres do porco e da vaca e bicarbonato
de sódio.
Seu processo atual inclui o uso de solventes de petróleo
(geralmente o hexano, bem barato), ácido fosfórico, soda, resultando numa
substância marrom e malcheirosa, que sofre novo tratamento com ácidos
clorídrico ou sulfúrico, altas temperaturas e catalisação com níquel, que deixa
o produto parcialmente hidrogenado. Isso resulta em um produto com longo prazo
de conservação, textura firme mesmo em temperatura ambiente, que não rancifica,
não pega fungos nem é atacado por insetos ou roedores.
Enfim, é um não
alimento. O processo todo acaba por formar uma substância rica em um tipo
particular de gordura chamado “trans”, insólita na natureza e de efeitos
nocivos ao homem. Além disso, o principal predicado da margarina é ser rica em
óleos poli-insaturados, que contribuem para um grande número de doenças.
O
Estado de São Paulo já noticiou, em 14/11/99, que a gordura da margarina
causaria mais danos à saúde que a gordura saturada (segundo o FDA, órgão
americano de fiscalização de alimentos e remédios).
Em uma revista Exame,
também de 99, saiu um artigo um pouco mais extenso e grave alertando sobre os
perigos desse produto e falando das implicações que as poderosas multinacionais
americanas estavam sofrendo no próprio país por colocar no mercado produtos
comparável ao cigarro em termos de periculosidade. Curioso é que a repercussão
no Brasil foi infelizmente pequena.
A margarina pode estar relacionada a
disfunções imunológicas, danos em fígado, pulmão e órgãos reprodutivos, a
distúrbios digestivos, diminuição na capacidade de aprendizado e crescimento,
problemas de peso, aumento no risco de câncer e, principalmente, a transtornos
do metabolismo do colesterol, incremento de aterosclerose e doenças cardíacas. Ou seja, a margarina promove o que ela se propõe a tratar.
A manteiga, por sua
vez, é saudável, acompanha a humanidade há dezenas de séculos, pode ser feita
artesanalmente no ambiente familiar e só foi considerada nociva e politicamente
incorreta após a Revolução Industrial, que conseguiu deformar nosso
entendimento de saúde e bom senso.
Texto adaptado de: http://www.umaoutravisao.com.br/margarina.html
Veja mais em:
http://www.dicascaseiras.org/margarina-um-veneno-para-a-saude/
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
20 DE NOVEMBRO - O DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA
Em 20 de novembro comemora-se no Brasil o Dia da Consciência
Negra. Mas você sabe o motivo de escolha dessa data?
Foi nesse dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi dos
Palmares. Este foi a liderança mais conhecida do chamado Quilombo dos Palmares,
que se localizava na Serra da Barriga, atual estado de Alagoas. A fama e o
símbolo de resistência e força contra a escravidão mostrado pelos palmarinos
fizeram com que a data da morte de Zumbi fosse escolhida pelo movimento negro
brasileiro para representar o Dia da Consciência Negra. A data foi estabelecida
pela Lei 12.519/2011.
Outro motivo para a escolha dessa data foi o fato de que no
Brasil o fim da escravidão é comemorado em 13 de maio. Nesse dia, no ano de
1888, a princesa Isabel assinou a Lei Áurea que abolia a escravidão no Brasil.
Porém, comemorar o fim da escravidão em uma data em que uma pessoa branca e
pertencente à família real portuguesa, a principal responsável pela escravidão
no Brasil, assinou uma lei pondo fim ao cativeiro faz parecer que a abolição
foi feita pelos próprios escravistas. Faz com que a abolição fosse apresentada
como um favor dos brancos aos negros.
A escolha do dia 20 de novembro serviu, dessa forma, para
manter viva a lembrança de que o fim da escravidão foi conseguido pelos
próprios escravos, que em nenhum momento durante o período colonial e imperial
deixaram de lutar contra a escravidão.
Os quilombos não deixaram de existir quando Palmares foi
destruído sob o comando do bandeirante paulista Domingos Jorge Velho. Vários
outros quilombos foram formados nos duzentos anos após o fim de Palmares.
Mesmo nos anos finais da escravidão a ocorrência de fugas em
massa de escravos das fazendas, a ocupação de terras e a realização de
rebeliões foram muito importantes para que a Lei Áurea fosse assinada.
O fim da abolição não representou também o fim dos problemas
sociais para os escravos libertados. O racismo e a resistência à inclusão dos
negros na sociedade brasileira após a abolição foram também um motivo para se
escolher o 20 de novembro como data para se lembrar dessa situação.
A resistência dos afrodescendentes não se fez apenas no
confronto direto contra os senhores e forças militares, ela também ocorreu no
aspecto religioso e cultural, como no candomblé, na capoeira e na música.
Relembrar essas características culturais é uma forma de mostrar a importância
dos africanos escravizados e de seus descendentes na formação social do Brasil.
Imagem: pt.wikipedia.org e www.votunews.com.br
Texto: http://www.escolakids.com
Por Tales Pinto - Mestre em História
Por Tales Pinto - Mestre em História
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Como adquirir a verdadeira sabedoria
Era uma vez um jovem que visitou um grande sábio para lhe
perguntar como se deveria viver para adquirir a sabedoria.
O ancião, ao invés de responder, propôs
um desafio:
- Encha uma colher de azeite e percorra todos os cantos
deste lugar, mas não deixe derramar uma gota sequer.
Após ter concordado, o jovem saiu com a
colher na mão, andando a passos pequenos, olhando fixamente para ela e
segurando-a com muita firmeza. Ao voltar, orgulhoso por ter conseguido cumprir
a tarefa, mostrou a colher ao ancião, que perguntou:
- Você viu as belíssimas árvores que havia no caminho?
Sentiu o aroma das maravilhosas flores do jardim? Escutou o canto dos pássaros?
Sem entender muito o porquê disso
tudo, o jovem respondeu que não e o ancião disse:
- Assim você nunca encontrará sabedoria na vida; vivendo
apenas para cumprir suas obrigações sem usufruir das maravilhas do mundo. Assim
nunca será sábio.
Em seguida, pediu para o jovem
repetir a tarefa, mas desta vez observando tudo pelo caminho. E lá foi o rapaz
com a colher na mão, olhando e se encantando com tudo. Esqueceu da colher e
passou a observar as árvores, cheirar as flores e ouvir os pássaros. Ao voltar,
o ancião perguntou se ele viu tudo e o jovem extasiado disse que sim. O velho
sábio pediu para ver a colher e o jovem percebeu que tinha derramado todo o
conteúdo pelo caminho.
Disse-lhe o ancião:
- Assim você nunca encontrará sabedoria na vida; vivendo
para as alegrias do mundo sem cumprir suas obrigações. Assim nunca será sábio.
Para alcançar a sabedoria terá que
cumprir suas obrigações sem perder a alegria de viver.
Somente assim conhecerá a verdadeira
sabedoria.
Fonte: http://www.velhosabio.com.br
domingo, 25 de outubro de 2015
O HOMEM QUE FREOU O DESERTO: UMA LIÇÃO PARA O MUNDO
Yacouba Sawadogo, o agricultor
que tornou férteis mais de 3 milhões de hectares de terras desérticas.
Sawadogo reviveu uma antiga
técnica de cultivo que melhora a qualidade do solo e, como resultado, torna
mais férteis as terras desérticas. Com uma firme certeza de que tudo pode
mudar, ele começou a sua luta contra o deserto.
Começou em 1974 quando a seca
assolou o Sahel, a zona eco climática e biogeográfica de transição entre o
norte do deserto do Saara e o sul da savana sudanesa.
Embora muitos vizinhos
abandonassem suas aldeias, rodeadas de terras estéreis, ele só pensava em uma
forma de repovoar com árvores a região de Gourga, em Burkina Faso (ex República
de Alto Volta até 1984.)
Pensavam que ele era louco, mas
40 anos depois conseguiu recuperar mais de três milhões de hectares de terreno
desértico em 8 países do Sahel, convertendo-as em terra de cultivo
Para conquistar seu objetivo, Yacouba Sawadogo decidiu empregar uma técnica de
agricultura tradicional denominada "ZAi" ainda que adaptando-a aos
tempos modernos. Este método consiste em cavar regos de uns 20 cm em que se
deposita esterco e composto ao lado das sementes.
Após três anos de
experimentação, convenceu-se de que o método poderia ser a solução definitiva
para o deserto. Os resultados parecem dar-lhe razão. Desde as primeiras chuvas
o rendimento da terra se duplica, chegando a multiplicar-se por quatro.
Convencido de que poderia
revolucionar a vida de seus compatriotas, decide a percorrer o país, de moto,
para ensinar a técnica a todos os agricultores que pudesse.
Este burkinés, sem utilizar
nenhuma técnica da civilização moderna começou a plantar segundo a técnica
"Zai" tradicional de seus ancestrais, que ele melhorou expandindo
poços para que se mantenha a umidade e acrescentando esterco e palha para
retê-la por um tempo maior.
Seus experimentos tiveram êxito,
a fertilidade começou a aumentar. Junto com as sementes de milho e sorgo começaram
a crescer árvores. A forma de plantar permitiu que mais agua penetrasse no
solo. Dessa forma, os aquíferos de agua subterrânea na região de Yatenga, que
haviam diminuído em razão da seca da década de 80, começaram a subir.
Em torno de acidade de Quahigouya,
Capital de Yatenga, no Norte de Burkina Fazo, Sawadogo criou em 20 anos um
bosque de 20 ha.
Com o tempo, decidiu melhorar o
método plantando também árvores que ajudaram a manter a umidade do solo e
favoreciam a infiltração natural da agua. Quarenta e um ano depois dos
primeiros experimentos, seu método já recuperou mais de três milhões de
hectares de terrenos desérticos e se estendeu de Burkina Fazo a mais 8 países
da região de Sahel.
Protagonizou vários filmes
documentais como este abaixo: O homem que deteve o deserto, de 2010, do
cineasta Mark Dodd e, hoje, dedica-se a dar conferências ensinando seu método e
os benefícios que ele traz.
Aqueles que o consideraram
louco quando plantava em pleno deserto, agora, aos 67 anos, o consideram um
herói. E ele diz que, sua recompensa, é saber que milhares de pessoas são
capazes de viver do fruto de suas terras.
Sua compreensão do mundo e da
conservação da natureza é profunda: "Se cortamos 10 árvores diariamente e
não plantamos uma só em um ano, vamos caminhar direto para a destruição".
Autora: Regina Motta -
http://www.paisagismodigital.com/Noticias/Default.aspx?in=412
sábado, 24 de outubro de 2015
BAIXO PISO DOS PROFESSORES BRASILEIROS REPERCUTE MAL ATÉ NO EXTERIOR
"Mais lamentável ainda, segundo notícias da imprensa
brasileira, é a aprovação de um piso nacional para os professores de apenas R$
2.743,65... Para 2018. Deboche duplicado"
Via e-mail, a brasileira Sarah Vilarinho e cinco professores
holandeses nos enviaram uma Nota de Solidariedade aos professores do Brasil.
Neste mesmo documento, criticam o baixo piso salarial dos nossos educadores,
incompatível com a economia do país, que se destaca como a sétima maior do
planeta. Eis:
"Estimados colegas educadores do Brasil,
Temos acompanhado pela mídia o enorme esforço de vocês em
busca de melhores salários e condições mais adequadas de trabalho. Parabéns.
No entanto, o que se percebe, tristemente, é que os governos
brasileiros só reconhecem a educação pública e seus profissionais do magistério
em época de campanhas eleitorais, quando fazem apelos demagógicos para tentar
atrair o voto da população. Lamentável.
Mais lamentável ainda, segundo notícias da imprensa
brasileira, é a aprovação de um piso nacional para os professores de apenas R$
2.743,65... Para 2018. Deboche duplicado.
Tal política educacional brasileira é, contraditoriamente,
incompatível com o poder econômico desse país. Segundo agências internacionais,
o Brasil é a sétima economia do planeta, à frente inclusive de países
poderosos, como a França. Por que então não pôr em prática o slogan:
"Brasil, pátria educadora?".
Os infortúnios, contudo, não podem levar ao desânimo. É
preciso manter a cabeça erguida. Um dia a gente chega lá.
Um forte abraço,
Amsterdã, 23 de outubro de 2015
Sarah Vilarinho, Aaghie Reiziger, Bartje Bogarde, Dirkje Zenden, Christoffel Ooijer, Eduwart Overmars
terça-feira, 20 de outubro de 2015
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
DIFERENTES MODOS DE PRODUÇÃO
Ao viverem em sociedade, as pessoas participam diretamente da
produção, da distribuição e do consumo de bens e serviços, ou seja, participam
da vida econômica da sociedade. Assim, o conjunto de indivíduos que participam
da vida econômica de uma nação é o conjunto de indivíduos que participam da
produção, distribuição e consumo de bens e serviços. Ex: operários quando
trabalham estão ajudando a produzir, quando, com o salário que recebem, compram
algo, estão participando da distribuição, pois estão comprando bens e consumo.
E quando consomem os bens e os serviços que adquiriram, estão participando da
atividade econômica de consumo de bens e serviços. O modo de produção é a
maneira pela qual a sociedade produz seus bens e serviços, como os utiliza e os
distribui, é a forma de organização socioeconômica associada a uma determinada
etapa de desenvolvimento das forças produtivas e das relações de produção.
Reúne as características do trabalho preconizado, seja ele artesanal, manufaturado ou
industrial. São constituídos pelo objeto sobre o qual se trabalha e por todos
os meios de trabalho necessários à produção (instrumentos ou ferramentas,
máquinas, oficinas, fábricas, etc.). O modo de produção é uma forma determinada
da atividade vital dos indivíduos, um determinado modo de vida.
Podem-se distinguir alguns tipos historicamente mais significativos de modos de produção: um destinado à satisfação direta das necessidades dos produtores; um segundo, destinado a manter uma classe dominante através da entrega regular de tributos e de trabalho compulsivo; outro, baseado na produção de mercadorias; e, finalmente, um baseado na obtenção do máximo lucro.
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
sábado, 10 de outubro de 2015
CRIAÇÃO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL - 11/10/1977
De fato, em 11 de outubro de 1977, o presidente Ernesto Geisel assinou
a Lei Complementar 31, que criou o Estado de Mato Grosso do Sul, em área
desmembrada do estado de Mato Grosso. Já em 1 de
janeiro de 1979, tomaram posse os deputados eleitos, em 15 de
novembro de 1978, para a Assembleia Legislativa e Constituinte de
Mato Grosso do Sul, conforme previsto na LC 31. O primeiro governador, o
engenheiro gaúcho Harry Amorim Costa, servidor público
do Departamento Nacional de Obras de Saneamento (DNOS), autarquia federal hoje extinta, foi
nomeado pelo presidente Geisel,
de acordo com a mesma Lei Complementar.
A lei constitutiva de Mato Grosso do Sul
afirmava que, nos seus quatro primeiros anos de existência, a partir de 1º de
janeiro de 1979, o novo estado seria governado por um interventor nomeado pelo
presidente da república. Na ocasião, o presidente Ernesto Geisel acentuou que a
criação do Mato Grosso do Sul significava "o reconhecimento de uma
realidade econômica e social" e destacou no novo estado, a 22ª unidade da
federação brasileira, a "extraordinária vocação para o desenvolvimento
agropecuário e agroindustrial", em função, sobretudo da fertilidade dos
solos da região de Dourados e do grande potencial agrícola do cerrado.
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