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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS DEUSES DA MITOLOGIA INDÍGENA BRASILEIRA?


Não é apenas a cultura grega ou nórdica que crê em seres divinos. Os índios que habitam o Brasil também trazem um legado mitológico – que permanece vivo
À época da chegada dos colonizadores europeus, os mais de mil povos indígenas que viviam por aqui já tinham um rico e variado panteão de divindades, todas em estreita ligação com as forças da natureza.
Além dos tupis e dos guaranis – dois dos grupos mais importantes –, ianomâmis, araras e dezenas de outros povos deixaram um legado mitológico que permanece vivo até hoje entre os mais de 450 mil índios que habitam nosso território.
A seguir, conheça algumas dessas divindades:

Deuses tupi-guaranis

TUPÃ

Chamado de “O Espírito do Trovão”, Tupã é o grande criador dos céus, da terra e dos mares, assim como do mundo animal e vegetal. Além de ensinar aos homens a agricultura, o artesanato e a caça, concedeu aos pajés o conhecimento das plantas medicinais e dos rituais mágicos de cura.
JACI
É a deusa Lua e guardiã da noite. Protetora dos amantes e da reprodução, um de seus papéis é despertar a saudade no coração dos guerreiros e caçadores, apressando a volta para suas esposas. Filha de Tupã, Jaci é irmã-esposa de Guaraci, o deus Sol.
GUARACI
Filho de Tupã, o deus Sol auxiliou o pai na criação de todos os seres vivos. Irmão-marido de Jaci, a deusa Lua, Guaraci é o guardião das criaturas durante o dia. Na passagem da noite para o dia – o encontro entre Jaci e Guaraci –, as esposas pedem proteção para os maridos que vão caçar.
CEUCI

Protetora das lavouras e das moradias indígenas, Ceuci foi comparada pelos colonizadores católicos à Virgem Maria, por ter dado à luz de maneira milagrosa: seu filho, Jurupari – espírito guia e guardião –, nasceu do fruto da cucura-purumã (árvore que representa o bem e o mal na mitologia tupi).
ANHANGÁ
Inimigo de Tupã, Anhangá é o deus das regiões infernais, um espírito andarilho que pode tomar a forma de vários animais da selva. Apesar de ser considerado protetor dos animais e dos caçadores, é associado ao mal. Se aparece para alguém, é sinal de desgraça e mau agouro.
SUMÉ
Responsável por manter as leis e as regras, Sumé também trouxe conhecimentos como o cozimento da mandioca e suas aplicações. Em virtude da desobediência dos indígenas, Sumé um dia partiu – saiu caminhando sobre o oceano Atlântico, prometendo voltar para disciplinar os índios.
Fonte: https://super.abril.com.br/mundo-estranho/quais-sao-os-principais-deuses-da-mitologia-indigena-brasileira/?fbclid=IwAR3eYIXU8pZG0Lxk1zlEswnIgfVTCkwXUxByiq8RWG87eYFFWvLbv8Lipyk

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

FOLCLORE DE MATO GROSSO DO SUL



O Folclore regional é constituído por elementos e traços culturais  de diferentes culturas que se entrelaçaram, se misturam e se harmonizaram recriando-os em novas bases. As influencias culturais  recebidas de estados vizinhos fazem com que Mato Grosso do Sul apresenta peculiaridades diferenciadas dos demais estados brasileiros, principalmente, porque somam às influencias e trocas culturais nas regiões de fronteira com o Paraguai e a Bolívia.

LENDAS, MITOS e ESTÓRIAS

             O homem pantaneiro, em sua simplicidade, acredita na lenda do mar de Xaraés, que explica ser a grande área inundada do pantanal um antigo mar que foi secando e onde sobraram somente áreas alagadas, inclusive com inúmeras baías de água salgada. O homem pantaneiro nunca perdeu o encanto mágico e acredita inclusive, que o “Arco-íris transporta, para outros lugares, os peixes e as baías do Pantanal”. Influenciados pela  dinâmica das águas, os mitos e lendas pantaneiras refletem a relação que a população aprendeu a estabelecer com a paisagem.

terça-feira, 22 de maio de 2018

MINHA COLHEITA - VAI UM SUCO DE ACEROLA




acerola, azerola, cerejeira-do-pará, cerejeira-de-barbados ou cerejeira-das-antilhas (Malpighia emarginata) é um arbusto da família das malpighiáceas.
Natural das Antilhas, por isso também chamada de Cereja-das-Antilhas, a acerola já era conhecida pelos nativos das Américas há muitos séculos. O grande interesse despertado pela fruta aconteceu a partir da década de 40, quando cientistas porto-riquenhos descobriram que a fruta possuía uma grande quantidade de ácido ascórbico (vitamina C). A acerola chegou a ser declarada segredo de Estado, sendo proibida a sua saída de países onde fosse cultivada e industrializada.
É um arbusto de até três metros de altura, seu tronco se ramifica desde a base, e sua copa é bastante densa com pequenas folhas verde-escuras e brilhantes. Suas flores, de cor rosea-esbranquiçada, são dispostas em cachos, têm floração durante todo o ano, e após três ou quatro semanas se dá sua frutificação. Por ser uma planta muito rústica e resistente, ela se espalhou facilmente por várias áreas tropicais e subtropicais.
A acerola, quando madura, tem uma variação de cor que vai do vermelho ao vinho, passando pelo alaranjado. Esta coloração é resultado da presença de antocianinas, especialmente pelargonidina e malvidina.
A acerola está dividida em duas seleções, a acerola vermelha e a acerola laranja.
Sua superfície é lisa ou divida em três gomos e possui três sementes no seu interior. O sabor do fruto é levemente ácido e o perfume é semelhante ao da maçã. Possui vitaminas A, B1 (tiamina), B2 (riboflavina), B3 (niacina), cálcio, fosforo, ferro e principalmente vitamina C, que em algumas variedades, chega a ser de até 5 000 miligramas por 100 gramas de polpa. Este valor chega a ser oitenta vezes superior ao da laranja e do limão.
Fonte: https://as19frutas.wordpress.com/2009/09/20/origem-da-acerola/

https://www.portalsaofrancisco.com.br/alimentos/acerola

sexta-feira, 2 de março de 2018

HISTÓRIA DE DOURADOS EM QUADRINHOS


LINKS PARA ACESSÁ-LAS...

História de Dourados em Quadrinhos 1ª Parte


História de Dourados em Quadrinhos 2ª Parte


“Em setembro de 2003 o desenhista gráfico Amarildo Leite foi convidado pela coordenadora de Cultura da Fundação Cultural e de Esportes de Dourados, Lelian Paschoalick, para participar da elaboração da primeira história em quadrinhos de Dourados. O maior desafio era tornar a historinha atrativa às crianças e também atingir o gosto dos adultos. Na primeira edição foram criados 3 personagens: Cássio (baseado no filho do Amarildo); Ângela, irmã do Cássio e o índio Tato. Esses três personagens protagonizam os principais momentos da história do município numa viagem imaginária de volta ao passado, em um balão de nuvem, desde o final do século XIX até a década de 30. A segunda edição dá continuidade à história, a partir da década de 30 até a época mais recente.” (http://www.dourados.ms.gov.br/index.php/historia-de-dourados-em-quadrinhos)
Digitalizei e publiquei a história em quadrinhos para os leitores mirins ou adultos, alunos e, especialmente, para os professores utilizarem como material didático em suas aulas sobre a história de nossa cidade. ( O crédito do material está na própria publicação).

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

ONÇA QUE FICOU REFUGIADA EM ÁRVORE É LIBERADA EM MATA APÓS RECEBER CUIDADOS MÉDICOS



Foto: Reprodução/Facebook Clínica Veterinária Unigran e http://www.douradosagora.com.br.
A onça-parda que causou alvoroço em um bairro de Dourados ao se refugiar em uma árvore por mais de 24 horas já foi devolvida a seu habitat natural após ter sido examinada e constatado que estava bem. Imagem feita pelos médicos veterinários do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), Lucas Azuaga e Lucas Cazati, mostra a onça aventureira deixando a gaiola e entrando ágil na em uma mata da região de Dourados.
A saga da onça-parda deixa lições preciosas, contam os veterinários do Imasul que participaram dos procedimentos de resgate, cuidados médicos e da soltura do animal. O principal é a necessidade das pessoas saberem como se comportar quando receberem visitas de habitantes das florestas, cada vez mais raras e, portanto, esses episódios tendem a se tornar mais frequentes, observa Lucas Azuaga. Acredita-se que o animal tenha caminhado mais de 10 quilômetros durante a noite da segunda-feira, desde a mata mais próxima até o ponto em que procurou refúgio, já na madrugada da terça-feira.
Após a utilização de vários dardos tranquilizantes, por volta das 12h30 da quarta-feira, enfim, a onça despencou da árvore em que permanecia desde a madrugada do dia anterior. Policiais ambientais ampararam a queda com uma rede, mas o animal recobrou a consciência e tentou atacar, obrigando os técnicos a usarem mais tranquilizantes.
A onça foi levada para o Hospital Veterinário da Unigran, passou por exames clínicos e teve um pequeno ferimento na perna suturado. Era um macho com idade entre 3 a 4 anos e pesava cerca de 60 quilos. "Deixamos ela em observação para ver se não estaria claudicando ou apresentar outro problema após passar o efeito do anestésico. Como aparentava estar bem, levamos para fazer a soltura", conta o veterinário.
Visitas indesejadas de animais silvestres estão cada vez mais comuns e podem estar relacionadas com a diminuição das florestas. Sem alimento em fartura como em outros tempos, os bichos são obrigados a fazer longas caminhadas e acabam perdendo a direção e invadindo áreas povoadas. "A onça dificilmente ataca as pessoas porque têm muito medo do humano. Mas podem aprender a caçar animais domésticos, como carneiros. O que acaba acontecendo é que viram alvo fácil dos caçadores", conta Lucas Casati.
Texto:http://www.douradosagora.com.br/noticias/dourados/onca-que-ficou-refugiada-em-arvore-e-liberada-em-mata