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quinta-feira, 9 de agosto de 2018

FOLCLORE DE MATO GROSSO DO SUL



O Folclore regional é constituído por elementos e traços culturais  de diferentes culturas que se entrelaçaram, se misturam e se harmonizaram recriando-os em novas bases. As influencias culturais  recebidas de estados vizinhos fazem com que Mato Grosso do Sul apresenta peculiaridades diferenciadas dos demais estados brasileiros, principalmente, porque somam às influencias e trocas culturais nas regiões de fronteira com o Paraguai e a Bolívia.

LENDAS, MITOS e ESTÓRIAS

             O homem pantaneiro, em sua simplicidade, acredita na lenda do mar de Xaraés, que explica ser a grande área inundada do pantanal um antigo mar que foi secando e onde sobraram somente áreas alagadas, inclusive com inúmeras baías de água salgada. O homem pantaneiro nunca perdeu o encanto mágico e acredita inclusive, que o “Arco-íris transporta, para outros lugares, os peixes e as baías do Pantanal”. Influenciados pela  dinâmica das águas, os mitos e lendas pantaneiras refletem a relação que a população aprendeu a estabelecer com a paisagem.

terça-feira, 22 de maio de 2018

MINHA COLHEITA - VAI UM SUCO DE ACEROLA




acerola, azerola, cerejeira-do-pará, cerejeira-de-barbados ou cerejeira-das-antilhas (Malpighia emarginata) é um arbusto da família das malpighiáceas.
Natural das Antilhas, por isso também chamada de Cereja-das-Antilhas, a acerola já era conhecida pelos nativos das Américas há muitos séculos. O grande interesse despertado pela fruta aconteceu a partir da década de 40, quando cientistas porto-riquenhos descobriram que a fruta possuía uma grande quantidade de ácido ascórbico (vitamina C). A acerola chegou a ser declarada segredo de Estado, sendo proibida a sua saída de países onde fosse cultivada e industrializada.
É um arbusto de até três metros de altura, seu tronco se ramifica desde a base, e sua copa é bastante densa com pequenas folhas verde-escuras e brilhantes. Suas flores, de cor rosea-esbranquiçada, são dispostas em cachos, têm floração durante todo o ano, e após três ou quatro semanas se dá sua frutificação. Por ser uma planta muito rústica e resistente, ela se espalhou facilmente por várias áreas tropicais e subtropicais.
A acerola, quando madura, tem uma variação de cor que vai do vermelho ao vinho, passando pelo alaranjado. Esta coloração é resultado da presença de antocianinas, especialmente pelargonidina e malvidina.
A acerola está dividida em duas seleções, a acerola vermelha e a acerola laranja.
Sua superfície é lisa ou divida em três gomos e possui três sementes no seu interior. O sabor do fruto é levemente ácido e o perfume é semelhante ao da maçã. Possui vitaminas A, B1 (tiamina), B2 (riboflavina), B3 (niacina), cálcio, fosforo, ferro e principalmente vitamina C, que em algumas variedades, chega a ser de até 5 000 miligramas por 100 gramas de polpa. Este valor chega a ser oitenta vezes superior ao da laranja e do limão.
Fonte: https://as19frutas.wordpress.com/2009/09/20/origem-da-acerola/

https://www.portalsaofrancisco.com.br/alimentos/acerola

sexta-feira, 2 de março de 2018

HISTÓRIA DE DOURADOS EM QUADRINHOS


LINKS PARA ACESSÁ-LAS...

História de Dourados em Quadrinhos 1ª Parte


História de Dourados em Quadrinhos 2ª Parte


“Em setembro de 2003 o desenhista gráfico Amarildo Leite foi convidado pela coordenadora de Cultura da Fundação Cultural e de Esportes de Dourados, Lelian Paschoalick, para participar da elaboração da primeira história em quadrinhos de Dourados. O maior desafio era tornar a historinha atrativa às crianças e também atingir o gosto dos adultos. Na primeira edição foram criados 3 personagens: Cássio (baseado no filho do Amarildo); Ângela, irmã do Cássio e o índio Tato. Esses três personagens protagonizam os principais momentos da história do município numa viagem imaginária de volta ao passado, em um balão de nuvem, desde o final do século XIX até a década de 30. A segunda edição dá continuidade à história, a partir da década de 30 até a época mais recente.” (http://www.dourados.ms.gov.br/index.php/historia-de-dourados-em-quadrinhos)
Digitalizei e publiquei a história em quadrinhos para os leitores mirins ou adultos, alunos e, especialmente, para os professores utilizarem como material didático em suas aulas sobre a história de nossa cidade. ( O crédito do material está na própria publicação).

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

ONÇA QUE FICOU REFUGIADA EM ÁRVORE É LIBERADA EM MATA APÓS RECEBER CUIDADOS MÉDICOS



Foto: Reprodução/Facebook Clínica Veterinária Unigran e http://www.douradosagora.com.br.
A onça-parda que causou alvoroço em um bairro de Dourados ao se refugiar em uma árvore por mais de 24 horas já foi devolvida a seu habitat natural após ter sido examinada e constatado que estava bem. Imagem feita pelos médicos veterinários do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), Lucas Azuaga e Lucas Cazati, mostra a onça aventureira deixando a gaiola e entrando ágil na em uma mata da região de Dourados.
A saga da onça-parda deixa lições preciosas, contam os veterinários do Imasul que participaram dos procedimentos de resgate, cuidados médicos e da soltura do animal. O principal é a necessidade das pessoas saberem como se comportar quando receberem visitas de habitantes das florestas, cada vez mais raras e, portanto, esses episódios tendem a se tornar mais frequentes, observa Lucas Azuaga. Acredita-se que o animal tenha caminhado mais de 10 quilômetros durante a noite da segunda-feira, desde a mata mais próxima até o ponto em que procurou refúgio, já na madrugada da terça-feira.
Após a utilização de vários dardos tranquilizantes, por volta das 12h30 da quarta-feira, enfim, a onça despencou da árvore em que permanecia desde a madrugada do dia anterior. Policiais ambientais ampararam a queda com uma rede, mas o animal recobrou a consciência e tentou atacar, obrigando os técnicos a usarem mais tranquilizantes.
A onça foi levada para o Hospital Veterinário da Unigran, passou por exames clínicos e teve um pequeno ferimento na perna suturado. Era um macho com idade entre 3 a 4 anos e pesava cerca de 60 quilos. "Deixamos ela em observação para ver se não estaria claudicando ou apresentar outro problema após passar o efeito do anestésico. Como aparentava estar bem, levamos para fazer a soltura", conta o veterinário.
Visitas indesejadas de animais silvestres estão cada vez mais comuns e podem estar relacionadas com a diminuição das florestas. Sem alimento em fartura como em outros tempos, os bichos são obrigados a fazer longas caminhadas e acabam perdendo a direção e invadindo áreas povoadas. "A onça dificilmente ataca as pessoas porque têm muito medo do humano. Mas podem aprender a caçar animais domésticos, como carneiros. O que acaba acontecendo é que viram alvo fácil dos caçadores", conta Lucas Casati.
Texto:http://www.douradosagora.com.br/noticias/dourados/onca-que-ficou-refugiada-em-arvore-e-liberada-em-mata

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

CONSEQUÊNCIAS DA AÇÃO DO SER HUMANO NA NATUREZA: ONÇA VISITA A CIDADE E SE REFUGIA EM UM PÉ DE JÁCA.

Com fome, sede, esgotada e ferida, onça é resgatada depois de 24h pela PMA






Imagens:Silva Glauber, 94fmdourados e Rafael Goes
Depois de mais de 24 horas, com várias tentativas, a onça parda foi resgatada pela Polícia Militar Ambiental. Com fome, sede, esgotada e com ferimento na perna, ela caiu após ser acertada por quatro dardos com tranquilizantes.
Desde a madrugada a onça estava agitada, andando de galho em galho, querendo descer. O animal, que foi flagrado ontem (30) por uma criança, por volta do meio-dia em cima de uma árvore na Vila Rosa será levado para o centro de reabilitação animal de Campo Grande.

Desde a madrugada a onça estava agitada, andando de galho em galho, querendo descer. REPORTAGEM...