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domingo, 16 de novembro de 2014

FEDERALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA AGRADA PROFESSORES

Muitos professores manifestam grande simpatia pela Federalização da Educação Básica no Brasil. Neste sentido, dão total apoio ao Projeto de Lei do senador Cristovam Buarque (PDT-BR), que propõe transformar o Ministério da Educação em Ministério da Educação de Base. E exigem ainda que seja aprovado logo um Plebiscito Nacional também proposto sobre essa questão.
Cansados dos maus tratos de prefeitos e governadores, milhares de docentes creem que passar a responsabilidade para a esfera federal pode dar uma grande melhorada no caos que é hoje esse setor, sobretudo quanto à questão salarial do magistério, que continua de mal a pior.
De fato, não restam dúvidas que essa federalização poderia, a médio prazo, possibilitar um padrão unitário de qualidade a essa área em todo o país, inclusive quanto à melhoria do ensino-aprendizagem, algo praticamente impossível de ocorrer "se o setor permanecer entregue a 5.565 prefeituras e 27 estados, cada um fazendo o que bem quer", como observa o educador José Professor Pacheco", em seu perfil pelo facebook. Isto, por si só, já seria suficiente para justificar a implantação de tal projeto.
Dentro dessa lógica de unidade que se criaria, a carreira e remuneração dos professores poderiam também ser bastante beneficiadas. Primeiro, porque se tornariam iguais em todo o território nacional, o que eliminaria absurdas distorções existentes, como por exemplo um docente ganhar menos que outro colega de profissão apenas por conta do estado ou município em que trabalhe, embora, em muitos casos, tenha jornada maior e mais títulos que esse seu colega. 
Segundo, porque diminuiria em muito as chances de se desviar o dinheiro público destinado à area. Além do baixo percentual do PIB aplicado na educação pública do país, é notório que muitos prefeitos, governadores e seus burocratas metem mesmo as mãos em verbas que, dentre outras funções, serviriam para elevar a renda dos educadores.
A imprensa divulga isso rotineiramente. A implantação do Projeto poderia eliminar grande parte desses ralos de corrupção. Não à toa é que gestores em todo o país não querem nem ouvir falar nessa história de federalização.
Mas é preciso, no entanto, atentar ao fato de que somente federalizar a Educação Básica não é suficiente para resolver os graves e crônicos problemas que a afetam. É preciso uma luta permanente também para que se eleve de imediato o PIB destinado à Educação pública para pelo menos 10% do PIB nacional.
Os cerca de 4% praticados hoje, com desvios ou não, é muito pouco para resolver tanta crise. Afinal, não adiantaria muito sair do arrocho municipal e estadual para entrar no arrocho federal. Na prática, daria quase no mesmo.
Ainda em relação às verbas, independentemente de percentual, é preciso que a comunidade e os próprios educadores criem meios de geri-los, seja através de conselhos populares, seja com outros mecanismos. Sem isso, mesmo a federalização pode não resolver muita coisa.
Mas no geral, a ideia de federalização pode ser uma boa saída para a Educação Básica no Brasil.
  Fonte: DEVER E CLASSE: Disponível em: http://www.deverdeclasse.org/news/federaliza%c3%a7%c3%a3o-da-educa%c3%a7%c3%a3o-basica-agrada-professores/#.VGfDcdiaxgI.facebook. 

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

A Lenda do Urutau (Mãe-da-lua)


O Urutau é um pássaro solitário e de hábitos noturnos que dificilmente se deixa ver. São atribuídos a ele vários nomes: Jurutaui na região amazônica; Ibijouguaçú entre os Tupis e Mãe-da-Lua entre os mineiros.
Conta uma famosa lenda boliviana, que na densa mata habitava a bela filha do cacique de certa tribo, enamorada por um jovem guerreiro da mesma tribo, a quem amava profundamente. Amava e era amada. Ao saber do romance, o pai da menina, enfurecido pelo ciúme, usou suas artes mágicas e tomou a decisão de acabar com o namoro da maneira mais trágica: matar o pretendente. Ao sentir o desaparecimento de seu amado, a jovem índia entrou na selva para procurá-lo. Enorme foi sua surpresa ao perceber o terrível fato. Em estado de choque, voltou para casa e ameaçou contar tudo à comunidade. O velho pai, furioso, a transformou em uma ave noturna para que ninguém soubesse do acontecido. Porém, a voz da menina passou à ave. Por isso, durante as noites, ela sempre chora a morte de seu amado com um canto triste e melancólico.
Outras lendas sobre o urutau
No Peru, mais especificamente na amazônia peruana, o Nyctibius griseus é uma ave arraigada na mitologia dos povos indígenas , onde é conhecido como “Ayaymama”, pois seu canto também lembra uma criança exclamando “ai, ai, mama!”.
A lenda peruana conta que um bebê foi abandonado por sua mãe na floresta para evitar que morresse por uma peste que já havia dizimado todo o povo. Ele então se transformou em uma ave, que todas as noites lamenta por sua mãe.
Uma dessas lendas, fala-nos de Jouma, um cacique dos Mocovies (Guaranis) que , surpreende a Marramac, nos braços de um estrangeiro e o mata com flechas. Porém, perde posteriormente a razão e transforma-se num Urutau. Segundo uma outra versão, o Urutau é um menino, órfão de pai e mãe, que passa a vida muito triste, chorando a perda dos seus progenitores. Fita o Sol e a Lua e, quando os astros desaparecem, não faz mais do que lamentar-se.
Contava uma lenda também, que o urutau foi uma pessoa que não quis visitar o Menino Jesus, e por isso hoje chora arrependido de Novembro a Janeiro.
Outra lenda diz que “carta de amor escrita com pena de Urutau tem sempre resposta favorável”.
Já outra diz que a pele dessa ave preserva as donzelas dos deslizes e as protege contra os alheios de intenções menos honestas.

Fonte: Wikiaves, revistadeciframe.com

sábado, 11 de outubro de 2014

MOVIMENTO DIVISIONISTA SUL-MATO-GROSSENSE DIVIDIDO EM 04 FASES


Não é apenas uma questão geográfica, também uma questão história e que deve ser conhecida e respeitada por todos.
Principalmente por aqueles que têm o dever de informar, de levar a informação corretamente a toda população brasileira – jornais impressos, televisivos, online e todo tipo de comunicação que exista.
Por isso pedimos, dignamente, Mato Grosso do Sul , Por favor!
Texto retirado do Blog da Eucenir, moradora de Rochedo - MS, ela conta desde o início, dividindo em 4 fases até a conquista da tão sonhada independência do estado vizinho – Mato Grosso.
Fonte: http://www.ilovemsoficial.com/

VEJA QUAIS SÃO ESSAS FASES NO LINK ABAIXO.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

11 DE OUTUBRO - PARABÉNS MATO GROSSO DO SUL

No 11 de outubro de 1977, o presidente Ernesto Geisel assinou a Lei Complementar 31, que criou o Estado de Mato Grosso do Sul, em área desmembrada do estado de Mato Grosso. Já em 1 de janeiro de 1979, tomaram posse os deputados eleitos, em 15 de novembro de 1978, para a Assembleia Legislativa e Constituinte de Mato Grosso do Sul, conforme previsto na LC 31. O primeiro governador, o engenheiro gaúcho Harry Amorim Costa, servidor público do Departamento Nacional de Obras de Saneamento (DNOS), autarquia federal hoje extinta, foi nomeado pelo presidente Geisel, de acordo com a mesma Lei Complementar.

A lei constitutiva de Mato Grosso do Sul afirmava que, nos seus quatro primeiros anos de existência, a partir de 1º de janeiro de 1979, o novo estado seria governado por um interventor nomeado pelo presidente da república. Na ocasião, o presidente Ernesto Geisel acentuou que a criação do Mato Grosso do Sul significava "o reconhecimento de uma realidade econômica e social" e destacou no novo estado, a 22ª unidade da federação brasileira, a "extraordinária vocação para o desenvolvimento agropecuário e agroindustrial", em função, sobretudo da fertilidade dos solos da região de Dourados e do grande potencial agrícola do cerrado.



segunda-feira, 29 de setembro de 2014