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quinta-feira, 26 de junho de 2014
segunda-feira, 23 de junho de 2014
O QUE MAIS TOMA O TEMPO DO PROFESSOR?
Quando
levantamos os problemas que nos afligem na sala de aula, muitas vezes achamos
que apenas nós enfrentamos tais coisas.
O fato é que,
não apenas na sua Escola, mas em muitas escolas do Brasil as questões que
atrapalham o trabalho do Professor na sala de aula, também são compartilhados
por outros Professores.
Em pesquisa
recente perguntamos, dentre outras coisas:
O que toma
mais seu tempo na sala de aula? As respostas foram:
43% ter de
chamar atenção dos alunos a toda hora
38% correção
de tarefas/trabalhos/lição de casa
19% ter de
parar a aula para resolver conflitos envolvendo alunos
Ter de
chamar a atenção dos alunos a toda hora:
O motivo
principal que ocasiona o Professor ter de chamar a atenção dos alunos a toda
hora, é porque o aluno não está envolvido na execução da tarefa, e quando isto
ocorre o aluno encontra outras maneiras de usar o tempo da aula, o que nem
sempre agrada o Professor.
Sugestão de
solução: Avalie o tipo de tarefas que você está solicitando. São tarefas
monótonas? Repetitivas? Mecânicas? Sempre escritas?
Procure
diversificar as estratégias utilizando mais: exposições gráficas, musicais,
teatrais, orais, debates, estudos do meio, apresentações em vídeo, fotos,
criações, performances, etc.
Correção
de tarefas, trabalhos e lição de casa:
Esta situação
mostra falta de gerenciamento do tempo e procedimentos organizacionais da
rotina da sala de aula. E quando não existe uma rotina de procedimentos,
boa parte da aula é consumida com a correção das tarefas. Como resolver?
Sugestão de
solução: Envolva todos os alunos no momento da correção, e aproveite para
realizar o esclarecimento de dúvidas com a revisão do conteúdo ensinado. Faça
mais correção coletiva, onde todos os alunos ajudam corrigindo as próprias
tarefas. Enquanto a correção ocorre no quadro negro, peça para os alunos
trocarem as tarefas e um aluno faz a correção da tarefa do colega.
Ter de
parar a aula para resolver conflitos envolvendo alunos:
É árduo o
trabalho de um Professor, que usa parte da aula para chamar a atenção dos
alunos, outra parte para realizar as correções das tarefas e entre uma coisa e
outra, ter de parar a aula, propriamente dita, para resolver os conflitos
envolvendo os alunos.
Sugestão de
solução: Faça um levantamento dos conflitos mais comuns que ocorrem dentro e
fora da sala de aula. Junto com a Coordenação debatam na próxima reunião, quais
serão os critérios para resolver cada um desses conflitos mais comuns.
Depois junto
com os alunos, em sala de aula, abra espaço para que eles façam sugestões de
resolução de cada conflito. Pegue as sugestões dos alunos, e tente fazer um
contra ponto com os procedimentos que foram definidos na Reunião com a
Coordenação, e elabore uma lista e deixe visível na sala e nos corredores.
Desta forma a
solução para cada caso fica mais justa e transparente. Em vários casos os
próprios alunos já saberão que encaminhamento dar a questão, sem precisar que o
Professor interfira a todo o momento.
Texto: SOS Professor
quarta-feira, 11 de junho de 2014
domingo, 8 de junho de 2014
domingo, 25 de maio de 2014
O CARVÃO E A CAMISA
O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte
os seus pés no assoalho da casa.
Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.
Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:
- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples e cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado.
Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faça de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra.
O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa.
O pai que espiava tudo de longe se aproxima do menino e pergunta-lhe:
- Filho, como está se sentido agora?
- Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo.
Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e olhinhos.
O pai então lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou. Entretanto, olhe só para você! O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos e a fuligem ficam sempre em nós mesmos.
Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.
Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:
- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples e cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado.
Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faça de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra.
O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa.
O pai que espiava tudo de longe se aproxima do menino e pergunta-lhe:
- Filho, como está se sentido agora?
- Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo.
Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e olhinhos.
O pai então lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou. Entretanto, olhe só para você! O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos e a fuligem ficam sempre em nós mesmos.
Moral:
Cuidado com seus pensamentos, eles se
transformam em palavras;
Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações;
Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos;
Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter;
Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações;
Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos;
Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter;
terça-feira, 20 de maio de 2014
SOCORRO: TENHO A PIOR TURMA DA ESCOLA!
O pesadelo de qualquer
professor é iniciar o ano e receber a ” pior turma da escola” para lecionar.
Não importa se você é um professor novato ou veterano, o fato é que ninguém está devidamente preparado para lidar com uma sala deste tipo.
O que quero dizer com a
“pior turma da escola” ? Trata-se de um grupo de alunos para as quais suas
estratégias de gestão da sala de aula simplesmente parecem não surtirem
efeito. Seus alunos cospem no
chão, cospem uns nos outros, falam palavrões, sobem nas carteiras, picham as
paredes, gritam, brigam, ofendem, não te respeitam, jogam cartas durante a
aula, brincam no celular, ouvem música, dançam na sala de aula, batem boca toda
hora, falam em tom desafiador e mal educado, fazem ameaças, chutam a porta,
barbarizam com o material dos colegas, não prestam atenção nas aulas, não
realizam as tarefas? Então, é bem provável que você esteja com a pior
turma da escola.
O QUE FAZER? QUE CAMINHO SEGUIR COM A TURMA?
segunda-feira, 19 de maio de 2014
sábado, 10 de maio de 2014
quinta-feira, 8 de maio de 2014
sábado, 3 de maio de 2014
SOU UM SOL OU APENAS UMA MANCHA AMARELA?
Imagem: ultradownloads.com.br
Há pessoas que transformam o sol em uma simples mancha
amarela, mas há aquelas que fazem de uma simples mancha amarela o próprio sol.
Pablo Picasso
sábado, 26 de abril de 2014
UM BOM DOMINGO E UMA ABENÇOADA SEMANA A VOCÊ...
Imagem: www.portalescolar.net
"Ninguém Vivera uma sua Vida, uma alegria sua. Aproveite Bem a Sua Viagem por esse Mundo Maravilhoso. Exista!"
quarta-feira, 23 de abril de 2014
RECOMEÇAR
Não importa onde você parou…
em que momento da vida você cansou…
o que importa é que sempre é possível e
necessário “Recomeçar”.
em que momento da vida você cansou…
o que importa é que sempre é possível e
necessário “Recomeçar”.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
é renovar as esperanças na vida e o mais importante…
acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período?
foi aprendizado…
Chorou muito?
foi limpeza da alma…
é renovar as esperanças na vida e o mais importante…
acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período?
foi aprendizado…
Chorou muito?
foi limpeza da alma…
Ficou com raiva das pessoas?
foi para perdoá-las um dia…
foi para perdoá-las um dia…
Sentiu-se só por diversas vezes?
é porque fechaste a porta até para os anjos…
Acreditou que tudo estava perdido?
era o início da tua melhora…
Pois é…agora é hora de reiniciar…de pensar na luz…
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal um corte de cabelo arrojado…diferente?
Um novo curso…ou aquele velho desejo de aprender a
pintar…desenhar…dominar o computador…
ou qualquer outra coisa…
é porque fechaste a porta até para os anjos…
Acreditou que tudo estava perdido?
era o início da tua melhora…
Pois é…agora é hora de reiniciar…de pensar na luz…
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal um corte de cabelo arrojado…diferente?
Um novo curso…ou aquele velho desejo de aprender a
pintar…desenhar…dominar o computador…
ou qualquer outra coisa…
Olha quanto desafio quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te
esperando.
esperando.
Tá se sentindo sozinho?
besteira…tem tanta gente que você afastou com o
seu “período de isolamento”…
tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu
para “chegar” perto de você.
besteira…tem tanta gente que você afastou com o
seu “período de isolamento”…
tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu
para “chegar” perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza…
nem nós mesmos nos suportamos…
ficamos horríveis…o mal humor vai comendo nosso fígado…
até a boca fica amarga.
Recomeçar…hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar? ir alto…sonhe alto… queira o
melhor do melhor… queira coisas boas para a vida… pensando assim
trazemos prá nós aquilo que desejamos… se pensamos pequeno…
coisas pequenas teremos…
já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor…
o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é hoje o dia da faxina mental…
joga fora tudo que te prende ao passado… ao mundinho
de coisas tristes…fotos…peças de roupa, papel de bala…ingressos de
cinema, bilhetes de viagens… e toda aquela tranqueira que guardamos
quando nos julgamos apaixonados… jogue tudo fora… mas principalmente… esvazie seu coração… fique pronto para a vida… para um novo amor… Lembre-se somos apaixonáveis… somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes… afinal de contas… Nós somos o “Amor”…
” Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do
tamanho da minha altura.”
nem nós mesmos nos suportamos…
ficamos horríveis…o mal humor vai comendo nosso fígado…
até a boca fica amarga.
Recomeçar…hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar? ir alto…sonhe alto… queira o
melhor do melhor… queira coisas boas para a vida… pensando assim
trazemos prá nós aquilo que desejamos… se pensamos pequeno…
coisas pequenas teremos…
já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor…
o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é hoje o dia da faxina mental…
joga fora tudo que te prende ao passado… ao mundinho
de coisas tristes…fotos…peças de roupa, papel de bala…ingressos de
cinema, bilhetes de viagens… e toda aquela tranqueira que guardamos
quando nos julgamos apaixonados… jogue tudo fora… mas principalmente… esvazie seu coração… fique pronto para a vida… para um novo amor… Lembre-se somos apaixonáveis… somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes… afinal de contas… Nós somos o “Amor”…
” Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do
tamanho da minha altura.”
Carlos Drummond de Andrade.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Obra que revela parte da história de Dourados é publicada 49 anos após ser escrita
Era uma vez um pequeno vilarejo no interior do Estado do Mato Grosso, chamado Dourados... e quem poderia imaginar no início de 1900, com cerca de 50 habitantes, que essa vila cresceria e chegaria a população de mais de 200 mil, em 2014?
Quase ninguém, principalmente naquela época em que os transportes e comunicações praticamente inexistiam na região. Mas a história não deixou de ser registrada e em 1965 Ercília de Oliveira Pompeu ganhou o primeiro lugar no concurso de monografias, com a obra “Monografia do Município de Dourados”.
O livro “Monografia do Município de Dourados” foi lançado 49 anos depois de ser escrito por Ercília Pompeu - Foto: Ademir Almeida
sábado, 12 de abril de 2014
domingo, 6 de abril de 2014
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