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sábado, 27 de dezembro de 2014

Homenagem as tradições sul-mato-grossenses.

GUAMPA GIGANTE,  MONUMENTO
AO TERERÉ É INSTALADO EM CAMPO GRANDE

(Foto: Osvaldo Nóbrega/TV Morena)

Um monumento em formato de uma guampa de tereré foi instalado neste sábado (27) na Avenida Duque de Caxias em Campo Grande. Segundo o artista plástico que criou a obra, Anor Pereira Mendes, o monumento é em homenagem as tradições sul-mato-grossenses.

A peça foi colocada próxima ao Aeroporto Internacional de Campo Grande. O artista explicou que o objetivo é que o monumento seja um ponto de atração para os turistas na capital do estado.
A escultura pesa 300 quilos e é feita de armações de ferro e uma mistura de resina e areia. Mendes levou cerca de um mês para confeccionar a guampa.
Texto: Do G1 MS http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2014/12/guampa-gigante-monumento-ao-terere-e-instalado-em-campo-grande.html

sábado, 20 de dezembro de 2014

PARA REFLETIR


Um mestre do Oriente viu quando uma cobra estava morrendo queimada e decidiu tirá-la do fogo, mas quando o fez, a cobra o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo no fogo e estava se queimando de novo. O mestre tentou tirá-la novamente e novamente a cobra o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:
— Desculpe-me, mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-la do fogo ela irá picá-lo?
O mestre respondeu:
— A natureza da cobra é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.

Então, com a ajuda de um pedaço de ferro o mestre tirou a cobra do fogo e salvou sua vida.

Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal, não perca sua essência; apenas tome precauções.
Alguns perseguem a felicidade, outros a criam.
Preocupe-se mais com sua consciência do que com a sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, não é problema nosso... é problema deles.
 Foto: Ivair Gentil Zanchetta

domingo, 16 de novembro de 2014

FEDERALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA AGRADA PROFESSORES

Muitos professores manifestam grande simpatia pela Federalização da Educação Básica no Brasil. Neste sentido, dão total apoio ao Projeto de Lei do senador Cristovam Buarque (PDT-BR), que propõe transformar o Ministério da Educação em Ministério da Educação de Base. E exigem ainda que seja aprovado logo um Plebiscito Nacional também proposto sobre essa questão.
Cansados dos maus tratos de prefeitos e governadores, milhares de docentes creem que passar a responsabilidade para a esfera federal pode dar uma grande melhorada no caos que é hoje esse setor, sobretudo quanto à questão salarial do magistério, que continua de mal a pior.
De fato, não restam dúvidas que essa federalização poderia, a médio prazo, possibilitar um padrão unitário de qualidade a essa área em todo o país, inclusive quanto à melhoria do ensino-aprendizagem, algo praticamente impossível de ocorrer "se o setor permanecer entregue a 5.565 prefeituras e 27 estados, cada um fazendo o que bem quer", como observa o educador José Professor Pacheco", em seu perfil pelo facebook. Isto, por si só, já seria suficiente para justificar a implantação de tal projeto.
Dentro dessa lógica de unidade que se criaria, a carreira e remuneração dos professores poderiam também ser bastante beneficiadas. Primeiro, porque se tornariam iguais em todo o território nacional, o que eliminaria absurdas distorções existentes, como por exemplo um docente ganhar menos que outro colega de profissão apenas por conta do estado ou município em que trabalhe, embora, em muitos casos, tenha jornada maior e mais títulos que esse seu colega. 
Segundo, porque diminuiria em muito as chances de se desviar o dinheiro público destinado à area. Além do baixo percentual do PIB aplicado na educação pública do país, é notório que muitos prefeitos, governadores e seus burocratas metem mesmo as mãos em verbas que, dentre outras funções, serviriam para elevar a renda dos educadores.
A imprensa divulga isso rotineiramente. A implantação do Projeto poderia eliminar grande parte desses ralos de corrupção. Não à toa é que gestores em todo o país não querem nem ouvir falar nessa história de federalização.
Mas é preciso, no entanto, atentar ao fato de que somente federalizar a Educação Básica não é suficiente para resolver os graves e crônicos problemas que a afetam. É preciso uma luta permanente também para que se eleve de imediato o PIB destinado à Educação pública para pelo menos 10% do PIB nacional.
Os cerca de 4% praticados hoje, com desvios ou não, é muito pouco para resolver tanta crise. Afinal, não adiantaria muito sair do arrocho municipal e estadual para entrar no arrocho federal. Na prática, daria quase no mesmo.
Ainda em relação às verbas, independentemente de percentual, é preciso que a comunidade e os próprios educadores criem meios de geri-los, seja através de conselhos populares, seja com outros mecanismos. Sem isso, mesmo a federalização pode não resolver muita coisa.
Mas no geral, a ideia de federalização pode ser uma boa saída para a Educação Básica no Brasil.
  Fonte: DEVER E CLASSE: Disponível em: http://www.deverdeclasse.org/news/federaliza%c3%a7%c3%a3o-da-educa%c3%a7%c3%a3o-basica-agrada-professores/#.VGfDcdiaxgI.facebook. 

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

A Lenda do Urutau (Mãe-da-lua)


O Urutau é um pássaro solitário e de hábitos noturnos que dificilmente se deixa ver. São atribuídos a ele vários nomes: Jurutaui na região amazônica; Ibijouguaçú entre os Tupis e Mãe-da-Lua entre os mineiros.
Conta uma famosa lenda boliviana, que na densa mata habitava a bela filha do cacique de certa tribo, enamorada por um jovem guerreiro da mesma tribo, a quem amava profundamente. Amava e era amada. Ao saber do romance, o pai da menina, enfurecido pelo ciúme, usou suas artes mágicas e tomou a decisão de acabar com o namoro da maneira mais trágica: matar o pretendente. Ao sentir o desaparecimento de seu amado, a jovem índia entrou na selva para procurá-lo. Enorme foi sua surpresa ao perceber o terrível fato. Em estado de choque, voltou para casa e ameaçou contar tudo à comunidade. O velho pai, furioso, a transformou em uma ave noturna para que ninguém soubesse do acontecido. Porém, a voz da menina passou à ave. Por isso, durante as noites, ela sempre chora a morte de seu amado com um canto triste e melancólico.
Outras lendas sobre o urutau
No Peru, mais especificamente na amazônia peruana, o Nyctibius griseus é uma ave arraigada na mitologia dos povos indígenas , onde é conhecido como “Ayaymama”, pois seu canto também lembra uma criança exclamando “ai, ai, mama!”.
A lenda peruana conta que um bebê foi abandonado por sua mãe na floresta para evitar que morresse por uma peste que já havia dizimado todo o povo. Ele então se transformou em uma ave, que todas as noites lamenta por sua mãe.
Uma dessas lendas, fala-nos de Jouma, um cacique dos Mocovies (Guaranis) que , surpreende a Marramac, nos braços de um estrangeiro e o mata com flechas. Porém, perde posteriormente a razão e transforma-se num Urutau. Segundo uma outra versão, o Urutau é um menino, órfão de pai e mãe, que passa a vida muito triste, chorando a perda dos seus progenitores. Fita o Sol e a Lua e, quando os astros desaparecem, não faz mais do que lamentar-se.
Contava uma lenda também, que o urutau foi uma pessoa que não quis visitar o Menino Jesus, e por isso hoje chora arrependido de Novembro a Janeiro.
Outra lenda diz que “carta de amor escrita com pena de Urutau tem sempre resposta favorável”.
Já outra diz que a pele dessa ave preserva as donzelas dos deslizes e as protege contra os alheios de intenções menos honestas.

Fonte: Wikiaves, revistadeciframe.com

sábado, 11 de outubro de 2014

MOVIMENTO DIVISIONISTA SUL-MATO-GROSSENSE DIVIDIDO EM 04 FASES


Não é apenas uma questão geográfica, também uma questão história e que deve ser conhecida e respeitada por todos.
Principalmente por aqueles que têm o dever de informar, de levar a informação corretamente a toda população brasileira – jornais impressos, televisivos, online e todo tipo de comunicação que exista.
Por isso pedimos, dignamente, Mato Grosso do Sul , Por favor!
Texto retirado do Blog da Eucenir, moradora de Rochedo - MS, ela conta desde o início, dividindo em 4 fases até a conquista da tão sonhada independência do estado vizinho – Mato Grosso.
Fonte: http://www.ilovemsoficial.com/

VEJA QUAIS SÃO ESSAS FASES NO LINK ABAIXO.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

11 DE OUTUBRO - PARABÉNS MATO GROSSO DO SUL

No 11 de outubro de 1977, o presidente Ernesto Geisel assinou a Lei Complementar 31, que criou o Estado de Mato Grosso do Sul, em área desmembrada do estado de Mato Grosso. Já em 1 de janeiro de 1979, tomaram posse os deputados eleitos, em 15 de novembro de 1978, para a Assembleia Legislativa e Constituinte de Mato Grosso do Sul, conforme previsto na LC 31. O primeiro governador, o engenheiro gaúcho Harry Amorim Costa, servidor público do Departamento Nacional de Obras de Saneamento (DNOS), autarquia federal hoje extinta, foi nomeado pelo presidente Geisel, de acordo com a mesma Lei Complementar.

A lei constitutiva de Mato Grosso do Sul afirmava que, nos seus quatro primeiros anos de existência, a partir de 1º de janeiro de 1979, o novo estado seria governado por um interventor nomeado pelo presidente da república. Na ocasião, o presidente Ernesto Geisel acentuou que a criação do Mato Grosso do Sul significava "o reconhecimento de uma realidade econômica e social" e destacou no novo estado, a 22ª unidade da federação brasileira, a "extraordinária vocação para o desenvolvimento agropecuário e agroindustrial", em função, sobretudo da fertilidade dos solos da região de Dourados e do grande potencial agrícola do cerrado.



segunda-feira, 29 de setembro de 2014

terça-feira, 23 de setembro de 2014

NADA COMO O TEMPO


Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.

Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o "alguém" da sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.

O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

http://pensador.uol.com.br/poemas_sobre_a_vida/

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

CULPAR PROFESSORES POR QUEDA NO IDEB É FALÁCIA E COVARDIA

A declaração do vice-presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação - Consed de que a culpa pelas notas no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB seria das greves de trabalhadores em educação, só pode ser entendida como subterfúgio de quem detém a prerrogativa de mudar uma situação calamitosa no país, mas se omite, insistentemente.
Contrapondo a lamentável declaração do Sr. Eduardo Deschamps, Secretário de Educação de Santa Catarina, vale lembrar que o amplo descumprimento da Lei do Piso do Magistério e as péssimas condições de trabalho nas escolas são fatores centrais para a baixa qualidade da educação. E não será jogando a responsabilidade para os professores que a situação da qualidade se resolverá nas escolas públicas.
Pesquisa da UnB e da UFSC, divulgada em 2013, revelou que apenas 0,6% das escolas públicas do país contam com infraestrutura adequada. No Norte e no Nordeste, 71% e 65% das escolas, respectivamente, possuem condições estruturais elementares (abaixo da média tolerável).
A recente pesquisa da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostra que o Brasil ocupa a penúltima posição em investimento por estudante e média salarial dos professores no nível básico de ensino, entre 35 países pesquisados. O salário dos professores brasileiros corresponde a 1/3 (um terço) da remuneração de europeus, japoneses, sul-coreanos e norte-americanos.
Pior: muitos estados e municípios brasileiros possuem mais professores em contrato temporário e precário de trabalho do que concursados. E a múltipla jornada - necessária para complementar a renda familiar dos professores - atinge quase 30% da categoria, comprometendo a qualidade do trabalho escolar e a saúde dos profissionais.
Na última década, segundo o relatório da OCDE, o Brasil avançou no financiamento da educação, passando os investimentos de 3,5% do PIB em 2005 para 5,9% em 2011. Também a diferença no financiamento entre os níveis superior e básico reduziu. Em 2000, o custo per capita de um estudante universitário era 11 vezes superior ao aplicado na educação básica. Hoje é o quadruplo (o que ainda é alto!). O orçamento do MEC para o nível básico, no mesmo período, saltou de 20% para 50%, o que é salutar, porém insuficiente.
A CNTE entende que ao invés de tentar procurar “bodes expiatórios” fora da gestão pública para explicar as notas do Ideb, os secretários de educação deveriam convencer governadores e prefeitos a pagarem o piso nacional do magistério numa estrutura de carreira digna - assim como os demais trabalhadores escolares - e a melhorarem as condições estruturais das escolas públicas, munindo todas com laboratórios, bibliotecas, quadras esportivas, banheiros decentes, acesso à internet, área de lazer e segurança.
O Plano Nacional de Educação orienta a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para as políticas educacionais, e, juntamente com a regulamentação do Custo Aluno Qualidade, do Sistema Nacional de Educação e com a equiparação remuneratória do magistério com outros profissionais de mesmo nível de escolaridade, deverá proporcionar um novo paradigma de investimento e gestão escolar no Brasil. Mas é fundamental que todas as esferas de governos (federal, estaduais, municipais e distrital) atuem em conjunto e façam cada uma a sua parte, para que a educação básica dê o salto de qualidade que a sociedade tanto almeja.


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

OLHAR PARA CIMA

Certa vez um jovem marinheiro teve que subir ao mastro durante uma tempestade. As ondas levantavam o barco para alturas estonteantes e logo em seguida jogavam-no para profundezas abismais. O jovem marujo começou a sentir vertigem e estava quase caindo. O capitão gritou: “Moço, olhe para cima!” De maneira decidida, o marinheiro desviou o olhar das ondas ameaçadoras e olhou para cima. Ele conseguiu subir com segurança e executar a sua tarefa. Quando os dias de tribulação revolvem a nossa vida, quando as tempestades da vida nos confundem, perdemos o equilíbrio e somos ameaçados de despencar. Entretanto se desviar-nos nosso olhar dos perigos e olharmos para o ajudante, se buscarmos a face do Senhor em oração e agarrarmos a sua poderosa mão, nosso coração se aquietará. Receberemos força e paz para podermos executar as nossas tarefas em meio as tempestades e finalmente seremos vitoriosos.
Fonte
Texto: Otimismo em Rede
Imagem: imagenspararedes.blogspot.com

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

SUGESTÃO DE PRIORIDADE AOS POLÍTICOS DE PLANTÃO IMPLORANDO NOSSO VOTO - DE PROMESSAS ESTAMOS FARTOS

Uma das principais referências para políticas educacionais na educação básica, o Ideb é divulgado a cada dois anos. O indicador mede a qualidade do aprendizado e da infraestrutura das cerca de 190 mil unidades escolares de ensino fundamental e médio em todo Brasil.

LEIA MAIS NO LINK ABAIXO...


Dourados não atinge média do Ideb no ciclo final do fundamental


Rede municipal
Segundo os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), às últimas séries do Fundamental (8º e 9º) da rede municipal em Dourados ficaram estagnadas, alcançando a pontuação 3.5 em 2011 e 2013, quando o esperado deveria ser 3.8 e 4.2, respectivamente. Em 2008 a pontuação era de 3.8, o que significa que regrediu nesses últimos anos.
Em relação ao 4º e 5º anos da rede municipal, a meta é superada desde 2007. Em 2011 a pontuação atingida foi de 4.6, quando a meta era de atingir pelo menos 4.4. Em 2013 houve um avanço, atingindo pontuação de 4.9, quando o mínimo esperado era de 4.7.
Rede estadual
De acordo com o Ideb, as escolas públicas da rede estadual em Dourados têm uma pontuação acima se comparada a média atingida pela rede municipal.
No 4º e 5º do Ensino Fundamental, as médias são atingidas desde 2007. Em 2011 e 2013, as médias foram de 5.2 e 5.6, quando era esperado 4.6 e 4.9, respectivamente.
Quanto ao 8º e 9º anos, as metas também caíram em comparação com as médias atingidas em 2005 e 2007. Segundo o Ideb, em 2011 o índice atingido foi de 3.7, quando esperava-se 3.8. Já em 2013 foi de 3.8, quando deveria atingir 4.2.
Fonte:http://www.douradosagora.com.br/brasil-mundo/educacao/dourados-nao-atinge-media-do-ideb-no-ciclo-final-do-fundamental


terça-feira, 2 de setembro de 2014

Alerta: tempestades destrutivas estão se formando agora na região sul Mato Grosso Sul e em São Paulo

Um enorme massa de ar quente e úmida oriunda da Amazônia está chegando ao Sul do Brasil por jatos de baixos níveis, com ventos de 100 km/h. O tempo instável e a tempestade severa será provocada por um mecanismo de trovoadas bastante organizado, tecnicamente chamado de Complexo Convectivo de Mesoescala (CCM) pode romper-se ao longo da madrugada desta terça-feira, 02/09, entre o Paraguai, Argentina e oeste da Região Sul do Brasil. É importante que essa notícia seja divulgada, já que esses fenômenos podem desencadear vendavais intensos e até tornados.

LEIA MAIS NO LINK ABAIXO.
Veja mais em: http://climatologiageografica.com/alerta-tempestades-destrutivas-estao-se-formando-agora-na-regiao-sul-mato-grosso-sul-e-em-sao-paulo/#ixzz3CBaIp8m2

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Há algo acontecendo com o mundo e estas 20 imagens provam isso

Se você não acha que o clima do nosso planeta está mudando rapidamente, abra os olhos. Essas imagens são exemplos que revelam o que está acontecendo com o nosso mundo. Todos têm direito a suas próprias opiniões, mas fatos são fatos. Mesmo que as pessoas discordem sobre exatamente por que o clima está mudando, elas devem ser capazes de reconhecer de que isso está acontecendo. 

1) Seca - Lago Powell, Arizona / Utah, EUA


quinta-feira, 21 de agosto de 2014

ALUNOS E PROFESSORES: OS TIPOS MAIS COMUNS

Quem atua no magistério há alguns anos certamente já cruzou com alguns tipos básicos de aluno. Mas existem, também, certos tipos de professor: com qual deles você se identifica? 
Qualquer adolescente que deseja aprender de verdade o faz com professores, sem professores ou apesar dos professores. Podemos observar isso no cotidiano das escolas: os alunos vão bem nas matérias que despertam seu interesse e tiram as piores notas naquelas de que não gostam. Cada um tem critérios próprios para eleger o que irá estudar. De acordo com a forma como “pegam” e “produzem” a matéria, os alunos podem ser dividido sem onze tipos:

ONZE TIPOS DE ALUNO
ESPONJA: é o aluno que absorve tudo. Anota em detalhes o que o professor fala e estuda sem fazer distinções. Come o que lhe põem à frente, oque não significa que aprendeu tudo.
 PENEIRA: utiliza uma peneira (filtro) para selecionar a parte que irá aproveitar da matéria. Ouve tudo, mas anota só o que lhe interessa. Quer saber apenas o que cai na prova.
 FUNIL: parecido com o “esponja”, represa tudo oque o professor diz para repassar em casa mais devagar, escolhendo o material a ser selecionado para estudar. É como se precisasse deixar para decidir depois, com mais calma.
 SALTEADO: aposta na sorte. Não é o “sorteado”. Como não sabe o que vai cair na prova, arrisca e estuda qualquer coisa, um capítulo, um trecho ou um tema escolhido ao acaso, na página quer abrir primeiro.
 SORTEADO: este aluno tem fé, acredita que vá cair tal ponto e estuda somente aquele. É como quem joga em determinado bicho porque sonhou com ele. Tem sempre um palpite. Quanto mais conhecer o professor ou a matéria, mais chance terá de ser “sorteado”.
 ÚLTIMA HORISTA: um tipo tradicional que só estuda na véspera da prova e faz trabalho escolar na fila de entrega. A maioria da sociedade brasileira é “última-horista”.
AUSENTE DE CORPO PRESENTE: é o estudante que aproveita a aula para organizar a agenda, fazer tarefas de outras disciplinas, desenhar, jogar batalha naval com códigos substituindo a fala, para não incomodar o professor. Prestar atenção na aula, nunca, ainda que olhe eventualmente para o professor.
 SINTONIA FINA: altamente desmotivado e desconcentrado, tem o radar ligado em sintonia fina para captar qualquer outro tema que não seja a aula.
  AUTODIDATA: não presta atenção na aula, falta muito, não se mata de estudar nem se esforça para realizar os trabalhos escolares. Na véspera da prova, pega o livro e se prepara sozinho. É o aluno autodidata, capaz de aprender por conta própria, "apesar do professor".
CHUPIM: é como o passarinho preto que bota seus ovos para o tico-tico chocar e criar. Não presta atenção nas aulas, não anota nada, nem livros tem, e na hora da prova cola de quem sabe. Sem interesse em aprender, entra nos grupos de trabalho escolar só para assinar o nome.
 ABELHA: é o aluno que trabalha faça chuva, faça sol. Sempre tem o seu mel. Se se descuidar, os “ursinhos vão roubar seu trabalho”. Dificilmente um aluno se enquadra apenas em uma característica. São vários tipos funcionando simultaneamente que, conforme o interesse do aluno pela matéria ou pelo professor, podem ser ressaltados ou encobertos. A característica final do aluno deve ser tirada pela média da frequência dos tipos usados. Mas qual é o tipo ideal? Cada um que pense conforme seus valores, pois eles têm embutidos diferentes critérios de valores pragmáticos e éticos. É importante que os professores conheçam esses tipos para que os critérios de avaliação dos alunos sejam aperfeiçoados. Não tomando alhos por bugalhos, o professor pode separar o joio do trigo.

Texto de Icami Tiba

sábado, 26 de julho de 2014

www.osmais.com
Nunca pense que você não tem nada para oferecer. Todos os dias você tem pelo menos uma oportunidade de melhorar a vida de alguém.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

20 DE JULHO - DIA DO AMIGO

A TODOS MEUS AMIGOS BLOGUEIROS QUE ENCURTAM AS DISTÂNCIA PELOS CAMINHOS DESTE MUNDO VIRTUAL.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Deslumbramento e humilhação: o jogo Brasil e Alemanha


O jogo para as semi-finais entre Brasil e Alemanha do dia 8 de julho no grande estádio de Belo-Horizonte significou uma justa vitória da seleção alemã e uma arrasadora e vergonhosa derrota brasileira. Milhões estavam nas praças e ruas de todas as cidades. A atmofera de euforia dos brasileiros, a maioria enfeitados de verde-amarelo, as cores nacionais, não toleraria jamais, sequer por imaginação, semelhante humilhação. E ela caiu como um raio em céu azul.
Vejo duas razões básicas que explicam o resultado final de 7×1 gols em favor da Alemanha. Os alemães, bem como outros times europeus, renovaram as estratégias e as formas de jogar futebol. Investiram, a meu ver, em três pontos básicos: cuidadoso preparo físico dos jogadores para ganharem grande resistência e velocidade; em segundo lugar, preparar craques individuais que pudessem jogar em qualquer posição e correr todo o campo e por fim criar um grande sentido de conjunto. Excelentes jogadores que não pretendem mostrar sua performance individual mas sabem se integrar no grupo formando um grupo coeso, tornam-se fortes favoritos em qualquer competição. Não que sejam invencíveis, pois vimos que, jogando com os USA, a seleção alemã teve grande dificuldade em ganhar. Mas as referidas qualidades foram o segredo da vitória alemã sobre o Brasil.
A grande questão foi a seleção brasileira. Criou-se quase como consenso nacional de que somos a pátria do futebol, que somos ganhadores de 5 copas mundiais, que temos o rei Pelé e craques excepcionais como Neymar e outros. Houve por parte da midia corporativa e das agências de apoio, a criação do mito do “Jogador da Copa”, elevado a herói e quase a um semi-deus. Esta atmosfera de euforia que atendia ao marketing das grandes empresas apoiadoras,, acabaram contaminando a mentalidade popular. Poderíamos perder, mas por pouco. Mas, para a grande maioria, a vitória era quase certa, ainda mais que os jogos estavam se realizando no próprio pais.
Essa euforia generalizada não preparou a população para aquilo que é próprio do esporte: a vitória ou a derrota ou o empate. A maioria jamais poderia imaginar, nem por sonho, que poderíamos conhecer uma derrota assim humilhante. A vitória era celebrada por antecipação. Grave equívoco, em grande parte, induzido pela mídia do oba-oba e da euforia, orquestrada por uma famosa rede de TV e seus comentaristas.
Mas houve também um penoso erro por parte da comissão técnica brasileira. Pelo nosso passado glorioso, ela julgou-se mestra a ponto de pretender ensinar aos outros como deve ser o futebol. Ficou sentada sobre as glórias do passado. Não se renovou.
Enquanto isso, em outros lugares, na Europa, especialmente na Alemanha e na Espanha mas também na América Latina como na Colômbia e em Costa Rica se desenvolvia uma nova compreensão do futebol, criaram-se novas táticas e formas de distribuir as posições dos jogadores em campo. Nada disso foi aproveitado pela comissão técnica brasileira, especialmente seu treinador Luis Felipe Scolari (chamado de Felipão). É uma figura paternal, severa e terna ao mesmo tempo, amada pelos jogadoras e, em geral, respeitada pelo público. Mas é teimoso e persistente em suas fórmulas, boas para o passado, mas inadequadas e questionáveis para o presente. Ele não se deu conta de que o mundo do futebol havia se transformado profundamente, embora tenha trabalhado fora do Brasil.
Não conseguiu duas coisas que permitem entender o fracasso fragoroso da seleção brasileira. Scolari não desestimulou o tradicional e exacerbado individualismo dos jogadores. Cada qual quer mostrar sua boa performance, quer dar o seu show particular, até em vista de eventual contratação por grandes times estrangeiros. Em segundo lugar, não conseguiu criar um grupo coeso com espírito de grupo. Os jogos deveriam colocar  o ênfase no grupo e em seguida nas qualidades específicas de cada jogador. Deixou os jogadores dispersos. Criaram vácuos inadmissíveis no meio do campo. Não souberam marcar os principais craques do time adversário.
Os alemães se deram conta desta fraqueza estrutural da seleção brasileira. Souberam explorá-la com habilidade. Nos primeiros minitos marcaram já o primeiro gol aos 29 minutos do primeiro tempo já era 5 a 0.
Tal desastre futebolístico criou uma espécie de pane na seleção brasileira. Ficou totalmente desnorteada. Falatou-lhe a serenidade diante das dificuldades e deixaram-se tomar pela desorientação. O próprio treinador Felipão Scolari não soube fazer as substitiuições necessárias. Estas ocorreram apenas no segundo tempo.
O jogo parecia uma disputa de um time suburbano e popular enfrentando uma seleção de nîvel internacional. Isso não era o futebol que sempre conhecíamos, cujos dirigentes não quiseram aprender nada dos outros, fechados em sua arrogância. Perdemos por arrogantes e ignorantes.
Tivéssemos 11 Neymares em campo sem um grupo coeso e ordenado, o resultado não seria tão diferente. Perdemos porque jogamos mal e jogamos mal porque não soubemos nos apropriar do novo que se ensaiou fora do Brasil. E não formamos um grupo articulado e versátil.
Sinto, pessoalmente, grande pena dos “brasileirinhos”  que com entusiasmo torceram pela seleção, como bem escreveu o jornalista André Trigueiro. A maioria agora se sente órfã. Aqui, nesse país pluridiverso, com uma população hospitaleira e lúdica, para ela quase nada funciona bem nem a saúde, nem a educação, nem o transporte e nem a segurança. Tirando o carnaval, não somos bons em quase nada, dizem. Mas pelo menos somos bons no futebol. Isso dava ao simples povo o sentido de auto-estima. Agora nem mais podemos apelar para o futebol. Por muitos e muitos anos esta terça-feira sinistra de 8 de julho de 2014 com 7 gols a 1 para a Alemanha nos acompanhará como uma sombra funesta. Mas o povo que suportou já tantas adversidades saberá dar a volta por cima. Ele detem uma resiliência histórica como poucos.
Espero apenas uma coisa: que a elite que, na abertura, vergonhasamente vaiou a Presidenta com palavrões indizíveis não volte a envergonhar o Brasil diante do mundo, quando ela entregar a taça ao vencedor. Como tais elites não costumam  frequentar  os estádios e têm pouco compromisso com o Brasil mas muito mais com seus privilégios serão capazes de renovar este  ato despudorado. Elas apenas mostrariam como se comportam diante do povo e do seu próprio país:com soberano desdém, pois sofrem por não viver em Miami ou em Paris e se sentirem condenadas a  viver acumulando aqui no Sul do mundo.
Menção honrora merece a seleção alemã que foi discreta na celebração e não se prevaleceu sobre uma vitória tão deslumbrante. E o povo brasileiro soube  entender esta atitude  e  lhe reconheceu a dignidade na vitória aplaudindo-a, pois se mostrou realmente melhor.
http://leonardoboff.wordpress.com/2014/07/10/deslumbramento-e-humilhacao-o-jogo-brasil-e-alemanha/
*Leonardo Boff é  escritor

sábado, 5 de julho de 2014

OS GRUPOS DE MÍDIA NÃO ESTÃO À ALTURA DO PAÍS por LUIS NASSIF - DO GGN


A Copa do Mundo desnudou um dos maiores e mais relevantes problemas do país: o déficit de informação.
Talvez tenha sido o maior desastre jornalístico da história, mais do que o episódio das Cartas de Bernardes, o Plano Cohen ou a manipulação inicial sobre o movimento da diretas. Isso porque revelou métodos anti-jornalísticos não apenas para o público mais politizado e bem informado, mas em cima de um tema nacional  – o futebol. E no momento em que as redes sociais já haviam acabado com a exclusividade que a mídia detinha na disseminação de notícias.
O episódio abriu uma enorme brecha na credibilidade dos grupos de mídia, em cima de pontos centrais: